Barcelona: bilhete de 1 dia para o Jardim Zoológico de Barcelona
4,4 (4042 avaliações)
desde 23 €Ver datas
O bilhete continua a ser vendido «com espetáculo de golfinhos» — esse espetáculo acabou em 2015
Treze hectares dentro do Parc de la Ciutadella, a dez minutos do Born. O zoo está a meio da maior remodelação dos seus 130 anos de história, e isso muda o que vai encontrar quando entrar. Aqui ficam os preços oficiais, o tempo que a visita leva de facto e um aviso importante sobre o título do produto vendido online.
ⓘ Aviso: não somos o site oficial Este não é o site oficial do Zoo de Barcelona. Somos um guia independente: os preços indicados provêm de zoobarcelona.cat e as reservas são processadas por parceiros autorizados como a GetYourGuide. O título do produto «com espetáculo de golfinhos» está desatualizado e não é nosso.3 opções · Preços consultados a 18 de outubro de 2026
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4,4 (4042 avaliações)
desde 23 €Ver datas
| Preço | 23 € adulto · 13,90 € dos 3 aos 12 anos · grátis abaixo dos 3 · 11,20 € a partir dos 65 anos |
|---|---|
| Horário | Abre às 10:00 todos os dias; fecha às 20:00 no verão e muito mais cedo no inverno. A bilheteira fecha uma hora antes |
| Reservar com antecedência? | Não há horários marcados nem quotas — comprar online apenas lhe poupa a fila da bilheteira |
| Tempo necessário | 3–4 h com crianças · 2 h se for a correr e saltar metade do recinto |
| Metro | Ciutadella | Vila Olímpica (L4) — sem elevador; com carrinho de bebé, use Arc de Triomf (L1) |
| O dado que muda o plano | Obras até 2030: em qualquer data há instalações fechadas ou em mudança |
O zoo vende uma única coisa: um bilhete de um dia. Não há acesso prioritário que valha a pena pagar nem percurso VIP. As únicas decisões reais são comprar online (menos uma fila) e verificar se tem direito a uma das tarifas reduzidas — e aqui são invulgarmente generosas.
| Opção | Preço | Inclui | Ideal para |
|---|---|---|---|
| Entrada normal (adulto) | 23 € | Todo o recinto durante o dia, sem hora marcada | A opção padrão — compre online e entre diretamente |
| Crianças dos 3 aos 12 anos | 13,90 € · grátis abaixo dos 3 | O mesmo acesso que os adultos, parques infantis e quinta incluídos | Famílias; emita também o bilhete de 0 € para o bebé |
| Tarifas reduzidas | 11,20 € (65+) · 6 € com deficiência acreditada | Acesso total; os acompanhantes necessários entram grátis com documentação | Visitantes seniores e pessoas com mobilidade reduzida |
| Família numerosa ou monoparental | −20 % com cartão | Desconto sobre a tarifa normal mediante apresentação do cartão | Famílias de quatro ou mais — leve o documento físico |
| Zoo Club (passe anual) | desde 70 € na modalidade familiar | Entradas ilimitadas durante um ano e descontos em oficinas e na loja | Residentes e quem volta várias vezes por ano |
Tarifas segundo zoobarcelona.cat. O zoo não faz parte fixa dos grandes passes turísticos: se o seu o incluir, confirme antes de pagar duas vezes.
A maioria dos produtos turísticos que vendem a entrada no zoo — incluindo o que indicamos acima — continua a chamar-se «bilhete de 1 dia com espetáculo de golfinhos». Esse espetáculo não existe. Barcelona deixou de programar espetáculos com golfinhos em 2015, transferiu os seus últimos três cetáceos para o Attica Zoological Park, em Atenas, em 2020, e depois demoliu o antigo Aquarama, a piscina circular de que muitos visitantes se lembram dos anos 1980.
O que compra hoje, com esse título ou com qualquer outro, é exatamente a mesma coisa: um bilhete de um dia para o zoo. Sem espetáculo, sem bancada, sem cetáceos. Preferimos dizê-lo aqui e perder a reserva do que deixar uma criança chegar à espera de golfinhos.
Em maio de 2019, a Câmara Municipal aprovou o Plano Estratégico do Zoo 2019–2031, que redefine o recinto como centro de conservação, investigação e educação, com destaque para a fauna mediterrânica e as espécies ameaçadas. A mesma reforma alterou o regulamento para limitar a reprodução aos casos com plano de devolução das crias à natureza. É a maior transformação desde 1892 e prolonga-se até 2030.
Continuam cá: gorilas — o zoo mantém a linhagem que tornou o Floquet de Neu famoso no mundo inteiro —, além de leões, girafas, flamingos, crocodilos, uma das maiores coleções de répteis e anfíbios da Europa e cerca de 70 espécies de aves. A zona Terra de Dragões reúne espécies da Ásia e do Pacífico, incluindo dragões-de-komodo e muntíacos, e a quinta e os parques infantis funcionam normalmente.
Em vias de saída: o novo modelo prescinde de tigres, elefantes, pinguins e cangurus. Os dois últimos tigres-de-sumatra, Tibor e Pertama, morreram em julho e outubro de 2025 de problemas ligados à idade, e a Yoyo — a elefanta-africana mais velha conhecida em cativeiro — morreu em dezembro de 2024. Os elefantes que restam vivem numa instalação ampliada de cerca de 6000 m² pensada para a velhice, sem substitutos previstos.
O que vem aí: três novos espaços. Descobrim la Mediterrània recria ecossistemas da costa à montanha e abre por fases a partir de 2026; Aïllats centra-se nos ecossistemas insulares, com lémures, tartarugas, répteis e anfíbios; e o Bioscope, previsto para cerca de 2030, ocupará mais de 7000 m² (3000 deles cobertos) para contar a origem da vida, da água à terra.
Metro: a paragem óbvia é Ciutadella | Vila Olímpica (L4), mesmo junto à porta de Wellington. Atenção: é uma das poucas estações da rede que ainda não tem elevador. Com carrinho de bebé, cadeira de rodas ou joelhos cansados, saia em Arc de Triomf (L1), que é acessível, e atravesse o Parc de la Ciutadella de ponta a ponta — uns dez minutos pelo passeio central, com o arco de tijolo nas costas. Barceloneta (L4) é a terceira opção. Todos os autocarros da TMB têm piso rebaixado e rampa, por isso, na dúvida, apanhe o autocarro.
O parque faz parte do dia. O zoo ocupa um canto do Parc de la Ciutadella, o pulmão verde do centro histórico: o lago com barcos a remos, o mamute de betão e a monumental Cascada projetada por Josep Fontserè — com um jovem Antoni Gaudí a colaborar como estudante — ficam a cinco minutos da saída e são gratuitos. Zoo de manhã e parque à tarde é o dia em família mais barato e menos stressante de Barcelona.
Perto: o Born e o centro histórico começam do outro lado do Passeig Picasso, com o Museu do Chocolate e o mercado do Born a poucos passos; e a praia da Barceloneta fica a menos de vinte minutos a pé da porta de Wellington.
O Zoo de Barcelona abriu em 1892 em terrenos acabados de libertar pela Exposição Universal de 1888, num parque que, por sua vez, ocupava o lugar da cidadela bourbónica demolida em 1869. Os primeiros animais vieram da coleção particular de Lluís Martí i Codolar, que os mantinha na sua quinta em Horta. O zoo passou, portanto, 134 anos num espaço pensado para outra coisa, e esse encaixe — 13 hectares no meio da cidade, sem margem para crescer — explica a maior parte da sua história recente.
De 1966 a 2003 acolheu o animal mais famoso de Espanha: Floquet de Neu (em catalão; Copito de Nieve em castelhano), o único gorila albino alguma vez registado. Teve 21 crias com três fêmeas e nenhuma nasceu branca; o albinismo nunca se transmitiu. A cara dele continua em cartazes, recordações e na memória de duas gerações de barceloneses.
Os zoos europeus modernos justificam-se pela conservação: programas de reprodução de espécies ameaçadas, investigação e educação ambiental. Barcelona é criticada há anos por associações de proteção animal — pelo delfinário, pelo tamanho das instalações, por manter grandes mamíferos num recinto urbano encaixotado —, e o plano de 2019 é, em grande medida, a resposta da instituição a essa pressão. Essas mesmas associações matizam o aplauso: celebram o fim do cativeiro de certas espécies, mas dizem que falta repensar mais a fundo o próprio modelo de zoo. Parte dos trabalhadores, por seu lado, protestou contra as restrições à reprodução.
Não lhe vamos dizer se deve ou não entrar. Os factos são estes: é um zoo urbano antigo, em obras, a deixar espécies e a ampliar instalações, com uma parte real do orçamento dedicada à conservação e à investigação, e com críticas fundamentadas ainda em aberto. Com crianças mais velhas, a conversa sobre porque é que os tigres e os elefantes estão a desaparecer é provavelmente o mais valioso que levam para casa.
Segundo o site oficial (zoobarcelona.cat): 23 € para adultos, 13,90 € dos 3 aos 12 anos, grátis abaixo dos 3, 11,20 € a partir dos 65 e 6 € com deficiência acreditada. Famílias numerosas e monoparentais têm 20 % de desconto mediante apresentação do cartão.
Não. Barcelona deixou de programar espetáculos com golfinhos em 2015 e transferiu os seus últimos três cetáceos para o Attica Zoological Park, em Atenas, em 2020; o antigo Aquarama foi demolido depois. Alguns produtos turísticos ainda mantêm o velho título «com espetáculo de golfinhos», mas o que compra hoje é um simples bilhete de um dia, sem espetáculo de cetáceos.
Abre às 10:00 todos os dias do ano. A hora de fecho muda com a estação: 20:00 em pleno verão e bastante mais cedo no inverno, por volta das 16:30–17:30. A bilheteira fecha uma hora antes do recinto. Confirme o horário do dia em zoobarcelona.cat.
Três a quatro horas para percorrer os 13 hectares com calma, com paragens para comer e brincar. Em duas horas vê cerca de metade, à pressa; com crianças pequenas, reserve a manhã inteira.
Gorilas, leões, girafas, flamingos, crocodilos, uma das maiores coleções de répteis e anfíbios da Europa e cerca de 70 espécies de aves. O zoo deixou de ter tigres — os dois últimos morreram em 2025 — e elefantes, pinguins e cangurus vão desaparecer do plano à medida que a remodelação avança.
A paragem mais próxima é Ciutadella | Vila Olímpica (L4), mas é uma das poucas estações que ainda não tem elevador. Com carrinho ou cadeira de rodas, saia em Arc de Triomf (L1), que é acessível, e atravesse o Parc de la Ciutadella até à entrada; Barceloneta (L4) também serve. Todos os autocarros da TMB têm piso rebaixado e rampa.
Ambas as coisas. Há duas zonas de piquenique com caixotes de reciclagem, o restaurante La Dama (abre às 10:30 e fecha meia hora antes do zoo) e a cafetaria El Xaloc na zona do Sahel, aberta aos fins de semana e feriados, segundo zoobarcelona.cat.
Depende do tempo e das idades. O zoo é ao ar livre, tem espaço para correr e leva 3–4 horas: ganha num dia bonito com crianças que precisam de se mexer. O Aquário é um percurso interior de duas horas e a melhor opção com chuva ou calor extremo. Se a ética dos animais em cativeiro lhe pesa, o Parc de la Ciutadella e o CosmoCaixa são alternativas sem esse conflito.
Um bilhete de um dia, sem hora marcada e sem espetáculos com animais. Comprar online poupa-lhe a fila da bilheteira, e a maioria das opções tem cancelamento gratuito.
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